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Cuiabá , 05 de Setembro de 2010  
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Notícias
 17/05/2010 - Ônibus articulado de BRT faz testes em ruas de Cuiabá

 



A alternativa de mobilidade para o transporte coletivo em Cuiabá já começa a ser conhecida. Técnicos da Secretaria Municipal de Trânsito de Cuiabá, participaram nesta sexta-feira, de uma viagem a bordo de um ônibus articulado de 20 metros, com capacidade para 139 passageiros,  que circulou por várias vias da capital e Várzea Grande. Além dos funcionários da SMTU, representantes  da Secretaria de  Trânsito de Várzea Grande, da Agecopa e os consultores que estão elaborando o projeto da nova rede de transporte coletivo para Cuiabá, também fizeram a viagem. 

 

Segundo o coordenador de Mobilidade Urbana da Agecopa,Rafael Detoni,  o teste feito com o veículo Volvo, ideal para a implantação do BRT  (Bus Rapid Transit) , servirá para que os consultores que prestam serviço para a agência avaliarem se esse tipo de ônibus servirá para compor o novo sistema.“Esse é um dos possíveis modelos a serem implantados no sistema”, explicou o coordenador. 

 

“É um veículo confortável e seguro, de piso de baixo, que vai atender os deficientes e se adapta à necessidade de toda a comunidade”, observou o coordenador de transportes da SMTU, Leopoldino Pereira. 

 

O veículo seguiu pelas vias que vão formar os principais corredores exclusivos para o sistema BRT, o mais provável a ser implementado em Cuiabá e Várzea Grande, através das ações dos projetos de preparação das duas cidades para a Copa 2104.

 

A viagem começou no bairro Verdão, seguiu pela Avenida Agrícola Paes de Barros, Miguel Sutil, Avenida da Feb (V. Grande), Tufik Aff, Tenente Coronel Duarte, Coronel Escolástico, Fernando Correa e retornou seguindo pela Avenida do C. P.A e Miguel Sutil.

 

Noano passado, a Agecopa definiu o novo sistema de trânsito que deve ser implantado em Cuiabá para melhorar o transporte coletivo até a Copa do Mundo de 2014. O sistema escolhido é o Bus Rapid Transit (BRT), ou Transporte Rápido por Ônibus, semelhante ao que já existe em Curitiba (PR). São ônibus articulados e com vias exclusivas para sua circulação. A iniciativa pretende desafogar o trânsito no centro da cidade e permitir facilidade de acesso entre as áreas mais populosas da capital. 

 

O diretor de Infraestrutura da Agecopa, Carlos Brito explicou que na próxima semana começam os trabalhos de topografia necessários para implantar os projetos de mobilidade urbana, aumentando avenidas e construindo viadutos na capital. "E em um prazo de 60 dias teremos como começar algumas das licitações do sistema BRT", finalizou o diretor.

 

Veja Matéria produzida em vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=roQZ8j42p9Q

Fonte: Copa no Pantanal/Assessoria

 
 23/02/2010 - DILMA ROUSSEF RECONHECE PARCERIA ENTRE GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAL

 



Ministra Dilma Roussef visita Cuiabá e assina convênios do Programa " Minha Casa Minha Vida"


   Durante solenidade de assinatura de quatro convênios, nesta terça-feira (23.02), do programa de Habitação do Governo Federal, “Minha casa, Minha vida”, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, reconheceu a parceria nesses dois mandatos entre os governos federal e estadual.

   “Quero registrar o sincero reconhecimento e a importância dessa parceria. São governos comprometidos com o desenvolvimento do País e do Estado e o governador Blairo Maggi está em destaque. Esse é um momento especial do exercício e da atividade de governar. Essas casas significam melhoria concreta para a vida das pessoas”, definiu a ministra.

   O convênio assinado no valor de R$ 50 milhões, vai possibilitar a construção de 1.287 imóveis residenciais em Cáceres, Tangará da Serra, Várzea Grande e Sorriso.

   Participam da solenidade o vice-governador Silval Barbosa, o ministro das Cidades Márcio Fortes de Almeida, secretário executivo do Ministério das Cidades, Rodrigo Figueiredo, o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, o presidente do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit), Luiz Antonio Pagot, secretários e deputados estaduais, prefeitos das cidades beneficiadas com o convênio, autoridades políticas, entre outros.

DANIELLE CUNHA Redação-Secom/MT
Edson Rodrigues/Secom-MT

 
 02/02/2010 - HISTÓRIA

 



   Em 1718, chega ao local, já abandonado, a bandeira do sorocabano Pascoal Moreira Cabral. Em busca de indígenas, Moreira Cabral sobe pelo Coxipó, onde trava uma batalha, perdida, com os índios coxiponés. Com o ocorrido, voltam e, no caminho, encontram ouro. Deixam, então, a captura de índios para se dedicar ao garimpo. Pascoal Moreira foi eleito, em uma eleição direta, em plena selva, em 1719, comandante da região de Cuiabá.

   Vista geral da cidade.Em 8 de abril de 1719, Pascoal assina a ata da fundação de Cuiabá no local conhecido como Forquilha, às margens do Coxipó, de forma a garantir os direitos pela descoberta à Capitania de São Paulo. A notícia da descoberta se espalha e a imigração para a região torna-se intensa.

   Em outubro de 1722, índios escravos de Miguel Sutil, também bandeirante sorocabano, descobrem às margens do córrego da Prainha grande quantidade de ouro, maior que a encontrada anteriormente na Forquilha. O afluxo de pessoas torna-se grande e até a população da Forquilha muda-se para perto desse novo achado. Em 1723, já está erguida a igreja matriz dedicada ao Senhor Bom Jesus de Cuiabá, onde hoje é a basílica.

   Já em 1726, chega o capitão-general governador da Capitania de São Paulo, Rodrigo César de Menezes, como representante do Estado português na cobrança de imposto. Em 1º de janeiro de 1727, Cuiabá é elevada à categoria de vila, com o nome de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá.

   Tem-se muito confundido a fundação do arraial da Forquilha por questões ideológicas. Estudos historiográficos há muito já traçam a diferença entre uma e outra fundação, alegando-se que 1° de janeiro seria a data de elevação do arraial da Forquilha à categoria de vila, o que é um dissenso, pois não se pode fundar um município num lugar que só viria a ser descoberto anos depois. Porém, a data de 8 de abril se firmou enquanto data do município, desejosa de ser a primeira do oeste brasileiro. Logo, contudo, as lavras mostraram-se menores que o esperado, o que acarretou um abandono de parte da população.

   Cuiabá foi elevada à condição de cidade em 17 de setembro de 1818, tornando-se a capital da então província de Mato Grosso em 28 de agosto de 1835 (antes a capital era Vila Bela da Santíssima Trindade). Mas, mesmo a mudança da capital para o município não é suficiente para impulsionar o desenvolvimento. Com a Guerra do Paraguai, Mato Grosso é invadido. Várias cidades são atacadas, mas as batalhas não chegam à capital. A maior baixa se dá com uma epidemia de varíola trazida pelos soldados que retomaram dos paraguaios o município de Corumbá. Metade dos cerca de 12 mil habitantes morre infectada.

   Somente após a Guerra do Paraguai e o retorno da navegação pelas bacias dos rios Paraguai, Cuiabá e Paraná é que o município se desenvolve economicamente. A economia esteve nesse período baseada na cana-de-açúcar e no extrativismo. Esse momento produtivo não duraria muito e o município volta a ficar estagnado, desta vez até 1930. A partir dessa data, o isolamento é quebrado com as ligações rodoviárias com Goiás e São Paulo e a aviação comercial. A explosão no crescimento se dá depois da década de 1950, com a transferência de Capital Federal e o programa de povoamento do interior do país.

   Nas décadas de 1970 e 1980, o município cresce muito, mas os serviços e a infra-estrutura não se expandem com a mesma rapidez. O agronegócio se expande pelo estado e o município começa a se modernizar e se industrializar. Depois de 1990, a taxa de crescimento populacional diminui e o turismo começa a ser visto como fonte de renda. Com quase 530 mil habitantes, o município convive com o trânsito tumultuado, a violência crescente, a falta de saneamento básico e a desigualdade social.

 
 02/02/2010 - ETIMOLOGIA

 



   Há várias versões para a origem do nome "Cuiabá". Uma delas diz que o nome tem origem na palavra Bororo ikuiapá, que significa "lugar da ikuia" (ikuia: flecha-arpão, flecha para pescar, feita de uma espécie de cana brava; pá: lugar). O nome designa uma localidade onde os bororos costumavam caçar e pescar com essa flecha, no córrego da Prainha, afluente da esquerda do rio Cuiabá.[5][6] Outra explicação possível é a de que Cuiabá seria uma aglutinação de kyyaverá (que em guarani significa "rio da lontra brilhante") em cuyaverá, depois cuiavá e finalmente cuiabá.[6]

   Uma terceira hipótese diz que a origem da palavra está no fato de existirem árvores produtoras de cuia à beira do rio, e que "Cuiabá" seria "rio criador de vasilha" (cuia: vasilha e abá: criador)[6]. Martius traduz o vocábulo como "fabricante ou fazedor de cuias". Teodoro Sampaio interpreta, duvidando da origem tupi, como "homem da farinha", o farinheiro. De cuy: farinha e abá: homem. Há ainda outras versões menos embasadas historicamente, que mais se aproximam de lenda do que de fatos. O certo é que até hoje não se sabe com certeza a origem do nome.

 
 01/02/2010 - CUIABÁ

 



   Cuiabá é um município brasileiro e a capital do estado brasileiro do Mato Grosso. O município está situado às margens do rio de mesmo nome, na sua margem esquerda, e forma uma conurbação com o município de Várzea Grande. Segundo a estimativa realizada em 2008 pelo IBGE, a população de Cuiabá é de 544.737 habitantes[2], enquanto que a população da conurbação ultrapassa os 780 mil habitantes. Já a sua região metropolitana possui 815.392 habitantes.

   Fundada em 1719, ficou praticamente estagnada desde o fim das jazidas de ouro até o início do século XX. Desde então, apresentou um crescimento populacional acima da média nacional, atingindo seu auge nas décadas de 1970 e 1980.

   Nos últimos 15 anos, o crescimento diminuiu, acompanhando a queda que ocorreu na maior parte do país. Hoje, além das funções político-administrativas, é o pólo industrial, comercial e de serviços do estado. É conhecida como "cidade verde", por causa da grande arborização.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

 
 
 
 
 

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