O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 
Cuiabá , 05 de Setembro de 2010  
ARTES PLÁSTICAS (VIDEOS)
ARTIGOS
BALADAS
BEAGÁ DE TANTAS MINAS
BELEZAS DE CUIABÁ
CENTRO GEODÉSICO DA AMÉRICA
CIDADE
CITAÇÕES
COPA DE 2014 É MATO GROSSO
COPA NO PANTANAL 2014
CUIABÁ É MUITO MAIS
CULTURA
CURIOSIDADES
DE CUIABÁ A CHAPADA, MT
EDUCAÇÃO
ESPORTE
GALERIA DE FOTOS
GASTRONOMIA
HINO COPA DO PANTANAL
PANTANAL MÁGICO
PANTANAL MATOGROSSENSE
PROGRAMA COPA NO PANTANAL
RAPPEL (VÍDEOS)
TURISMO
TURISMO NO PANTANAL
VIDEOS
 
Enquete
O que você acha dos vídeos?
Excelentes
Ótimos
Bons
Razoáveis
Ruins
 
Notícias
 17/05/2010 - Exposição dará adeus ao atual parque

 



Este deverá ser o último ano em que a maior exposição agropecuária de Mato Grosso acontece no parque atual, no bairro Dom Aquino, região do Porto, em Cuiabá.

A partir de 2011, essa área começa a ser ocupada pelas obras do principal Fan Parque da Copa de 2014, um local onde o público em geral poderá assistir aos jogos e participar de atividades culturais e de lazer.

Com 17 hectares bem localizados, próxima à margem do rio Cuiabá e praticamente no caminho do Aeroporto Marechal Rondon e do Estádio Governador José Fragelli (Verdão), a área será permutada com outro terreno na rodovia Palmiro Paes de Barros, a rodovia de acesso ao município de Santo Antônio de Leverger, para instalação do novo campo de exposições.

Os planos da Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Pantanal (Agecopa) incluem, além desse Fan Parque, uma série de obras que visam transformar a região do Porto em um grande centro de atrativos culturais e turísticos.

No lugar do Parque de Exposições, englobando a área onde fica o Ginásio Dom Aquino, a idéia é construir um Fan Parque que posteriormente se transforme numa grande arena multiuso com capacidade para sediar eventos para até 40 mil pessoas.

O espaço já ganhou uma série de denominações, entre as quais “Arena Cuiabana” e “Sirirão”, por causa das possibilidades de receber atividades tradicionais da cultura cuiabana como o Festival de Siriri e Cururu, desfile de Carnaval e shows musicais.

Para o trecho da avenida Beira-Rio que fica entre o antigo cais e a Ponte Nova (trecho de acesso ao Coophamil), explicou o diretor de Infra-Estrutura da Agecopa, Carlos Brito, estão no plano construir um grande aquário onde também funcionará um centro de pesquisa e preservação das espécies de peixes do Pantanal, um teatro e um planetário com centro de estudos para escolas públicas e privadas.

Sobre a estrutura do antigo Cais do Porto, aproveitando o projeto que a prefeitura desenvolveu com o arquiteto e ex-prefeito de Curitiba (PR), Jaime Lerner, seria construído um teatro de vidro, área de contemplação do rio, entre outros atrativos.

A proposta, disse Carlos Brito, é voltar a frente da cidade para o rio Cuiabá, como era no passado. Brito lembrou que era pelo rio, na região hoje chamada de bairro Porto, que desembarcavam pessoas e a população era abastecida por mercadorias que chegam dos grandes centros urbanos brasileiros.

Na medida em que foram surgindo outros meios de transporte, observou, a cidade foi se desenvolvendo de costas para o rio e assim permaneceu. No entendimento de Brito, não há sentido na permanência de algumas empresas e determinadas atividades comerciais nesse trecho da avenida Beira-Rio.

Carlos Brito considera a escolha de Cuiabá como subsede da Copa de 2014 como a grande oportunidade para a cidade mudar a história, valorizar sua cultura e costumes.

Entretanto, disse, todos os projetos relacionados ainda estão sendo estudados e a execução de cada um deles dependente da comprovação da viabilidade econômica e sua importância sócio-ambiental. Ou seja, se podem se auto-sustentar após a realização dos eventos da Copa.

 
 14/05/2010 - Cuiabá passa por vistoria de arquitetos do COL

 



Cidade promete concluir obras até 2013 para a Copa das Confederações

Diretores e técnicos da Agecopa, o órgão organizador da Copa em Cuiabá, garantiram aos arquitetos do COL que a sede da Copa do Pantanal está cumprindo todos os compromissos e prazos estabelecidos pela Fifa para a realização da Copa em 2014.

A equipe do Departamento de Estádios do Comitê Organizador Local (COL) passou a manhã vistoriando o canteiro de obras da nova arena. Os arquitetos Carlos de La Corte e Tiago Pelakauskas, e o engenheiro Fábio Carvalho, checaram o cumprimento do cronograma dos trabalhos que devem estar concluídos em dezembro de 2012, a tempo de Cuiabá se candidatar a sede da Copa das Confederações em 2013. A vistoria técnica dos estádios brasileiros começou no último dia 5, em São Paulo, e será concluída no dia 20 de maio, em Salvador.

Durante reunião com a diretoria e área técnica da Agecopa, os representantes do COL conheceram detalhes do projeto da Arena Multiuso, apresentados pelo seu autor, o arquiteto Sérgio Coelho, da GCP Arquitetos. A demolição do antigo estádio deve ser concluída em um mês, segundo estimativa do consórcio Santa Bárbara/Mendes Júnior.

Paralelamente à principal obra física para a Copa 2014, estão sendo projetados os dois CTs (Centros de Treinamento), o Fan Park (espaço adequado para grandes públicos assistirem aos jogos) e a ampliação do aeroporto Marechal Rondon, a cargo do governo federal, através da Infraero.

A Agecopa, segundo sua assessoria, também já finalizou os projetos das principais intervenções no sistema viário, previstas no Plano de Mobilidade Urbana. Os projetos envolvem a construção de viadutos, trincheiras, duplicação ou alargamento de pistas, pontes e os dois corredores exclusivos para ônibus, os BRTs (Bus Rapid Transit).

Parte destas obras devem ficar a cargo do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), órgão do Ministério dos Transportes, já que estão localizadas nas rodovias federais BR-163, 364 e 070, nos trechos em que elas cortam o perímetro urbano, sobrepondo-se às avenidas Fernando Correa, Miguel Sutil e FEB, respectivamente.
 
Fundo para a Copa
“Cuiabá não corre o menor risco de deixar de cumprir os compromissos, já que tem recursos asssegurados para todas as obras necessárias. Além do R$ 1 bilhão reservado num fundo especialmente criado para as obras da Copa, a Assembleia Legislativa aprovou esta semana a autorização para financiamentos estimados em R$ 1,1 bilhão, para intervenções ligadas à mobilidade urbana, infraestrutura turística e outras demandas ligadas à Copa. Não faltarão recursos”, assegurou o presidente da Agecopa, Adilton Sachetti.

O diretor de Assuntos Estratégicos Yuri Bastos Jorge detalhou o planejamento voltado para o incremento do turismo em Mato Grosso, a principal meta a ser cumprida graças à realização da Copa em Cuiabá. “Já temos aportes financeiros assegurados junto ao governo federal para fazer do turismo a nova matriz econômica de Mato Grosso, melhorando a infraestrutura de acesso aos pontos de visitação, a quantidade e qualidade dos serviços de hotelaria, propiciando a geração de novos empregos e a capacitação para milhares de profissionais que atuam nesta área”, disse Yuri.

Fonte: Agecopa/MT (14/05/2010)

 
 09/05/2010 - LOGO - COPA NO PANTANAL

 



 
 02/03/2010 - AGECOPA ASSEGURA QUE OBRAS DA ARENA MULTIUSO COMEÇAM DENTRO DO PRAZO

 



EDUARDO RICCI Assessoria/Agecopa

   O presidente da Agecopa, Adilton Sachetti, já forneceu ao presidente da CBF e do Comitê Organizador Local (COL), Ricardo Teixeira, as informações sobre o andamento da licitação para a construção da Arena Multiuso (Novo Verdão). A solicitação foi feita por Teixeira no início da semana a todas as cidades-sedes da Copa 2014. No mesmo comunicado, o presidente da CBF lembra que nenhuma cidade pode adiar o início das obras para depois do dia 3 de maio.

   No documento encaminhado nesta terça (02.03) ao COL, Adilton Sachetti, informa que a previsão inicial de conclusão da licitação – a cargo da Secretaria de Estado de Infra-Estrutura (Sinfra) - neste mês de março está mantida, mas seu cumprimento depende dos trâmites do certame licitatório.

   “Tudo precisa ser feito com absoluto respeito à legislação que rege as licitações. A Sinfra e a Agecopa estão fazendo a sua parte, mas a lei prevê a abertura de prazos para contestações e recursos, e temos que cumprí-los”, explicou Sachetti.

   Apesar destes contratempos, normais em qualquer licitação, Sachetti assegura que as obras da Arena Multiuso começarão dentro do novo prazo estabelecido (3 de maio). “Cuiabá é a sede que está mais adiantada neste processo e não haverá qualquer prejuízo ao cronograma estabelecido", garantiu Sachetti. O novo Verdão estará concluído antes da Copa das Confederações, em 2013, que também acontecerá no Brasil. Cuiabá também deve se candidatar a sediar a competição, que funcionará como um preparativo para a Copa 2014.

   PRAZOS

   No dia 24 de fevereiro, terminou o prazo de contestação da etapa de habilitação no certame da construção da Arena Multiuso, do qual participam seis consórcios dos Estados de Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais. Nos próximos dias a Sinfra divulga o resultado do julgamento dos recursos apresentados.

   De acordo com a Superintendência de Licitação (Suli) da Sinfra, dependendo do resultado desse julgamento poderá haver ou não novo prazo recursal, o que ainda não permite a definição de data para abertura dos envelopes das propostas financeiras, etapa que sucede a habilitação no certame. De qualquer forma, a previsão é que até o final do mês a Superintendência anuncie o consórcio vencedor da licitação.

   Dos seis consórcios participantes apenas o Paulitec Recoma foi inabilitado pela Comissão de Licitação e, por sua vez, entrou com recurso. Dos outros cinco consórcios, apenas o Contern Vieiro de SP, não contestou o resultado da habilitação. Os consórcios Santa Barbara Engenharia e Mendes Júnior, Construcap Ccps Engenharia e Comércio, Pantanal e Kallas Usiminas tentam a impugnação de questões jurídicas, contábeis e técnicas uns dos outros.

 

 
 26/02/2010 - NOVO VERDÃO É ELOGIADO POR EMPRESA QUE CRITICOU MORUMBI

 



   O projeto para o novo Verdão foi elogiado pela empresa inglesa Steer Davies Gleave, que embasa a FIFA, entidade máxima do futebol, nos estudos de fluxos de torcedores. A informação é do jornalista Thiago Lavinas, blogueiro do Globo Esporte.

   A Steer Davies já analisou sete dos doze projetos de arenas para a Copa do Mundo de 2014. Entre ele o do Morumbi, o qual sofreu sérias críticas e, por enquanto, detém a pior qualificação.

   Segundo Thiago Lavinas, um dos motivos para os elogios é que o projeto foi feito sob a tutela da Steer Davies Gleave. Além disso, outra empresa inglesa, a Sinclair Knight Merz, moldou o conceito da cobertura desmontável, a qual possibilita a remoção de 30% dos 43 mil assentos podem ser removidos do estado.

   Apesar de a nova arena cuiabana ter sido alvo de elogios em nível internacional, parte da população de Cuiabá está resistente a demolição do estádio Governador José Fragelli, fundado em 1975. Para estas pessoas, demolir o antigo Verdão é cometer um crime contra a história de Mato Grosso.

 
 24/02/2010 - NOVO VERDÃO

 



   Termina hoje prazo para contestação

Hemília Maia Assessoria/Sinfra-MT

   Hoje, dia 24 de fevereiro, às 17 h encerra o prazo de contestação da etapa de habilitação no certame da construção da Arena Multiuso, o Novo Verdão, do qual participam seis consórcios dos Estados de Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais.

   A partir de amanhã, dia 25, a comissão técnica da Superintendência de Licitação (Suli) da Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) terá sete dias úteis para o julgamento dos recursos, que encerrarão às 17 h do dia cinco de março.

   No dia oito de março a publicação do resultado do julgamento dos recursos será encaminhada aos Diários Oficiais do Estado e da União, assim como a um jornal local, sendo divulgadas até o dia dez.

   Segundo a Superintendência, dependendo do resultado desse julgamento poderá haver ou não novo prazo recursal o que ainda não permite a definição de data para abertura dos envelopes de preços, etapa que sucede a habilitação no certame.

   Dos seis consórcios participantes apenas o Paulitec Recoma foi inabilitado pela Comissão de Licitação e, por sua vez, entrou com recurso. Dos outros cinco consórcios, até o momento, apenas o Contern Vieiro de SP, não contestou o resultado da habilitação.

   Os consórcios Santa Barbara Engenharia e Mendes Júnior, Construcap Ccps Engenharia e Comércio, Pantanal e Kallas Usiminas tentam a impugnação de questões jurídicas, contábeis e técnicas umas das outras.

   Os pedidos de recursos estão disponíveis no site da Sinfra sob o título “Recurso licitação do Novo Verdão”.

Fonte: SINFRA

 
 23/02/2010 - MTUR E ABIH CRIAM PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA A COPA

 



   O Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a ABIH Nacional, desenvolveu o Programa Escola Virtual dos Meios de Hospedagem, que integra o projeto Bem Receber Copa. Até o final de 2012, as entidades querem oferecer educação à distância para cerca de 19 mil profissionais de linha de frente da hotelaria.

   "A partir de março, iniciaremos a implantação do projeto nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 com o objetivo de atingir 4.115 profissionais ainda este ano", apontou Silvone Alves Assis, coordenador do programa.

   A operação do programa será feita pelo Instituto Brasileiro de Hospedagem (IBH), braço da ABIH Nacional, que coordenará todo o processo junto aos representantes hoteleiros das 12 cidades-sede. “Essa qualificação é fundamental para aqueles profissionais que se relacionarão diretamente com o turista", avaliou o diretor geral do IBH, César Gonçalves.

   No primeiro momento, a equipe técnica do projeto visitará os hoteleiros das cidades-sede. “Essa mobilização é a parte inicial que irá criar condições para que os profissionais possam se qualificar. É preciso entender que a indústria do turismo e o país terão um ganho considerável ao ter seu funcionário bem treinado”, completou o diretor do IBH.

Fonte :http://www.panrotas.com.br
 
 
 

 
 19/02/2010 - COPA 2014 CUSTARÁ O DOBRO QUE A DA ÁFRICA DO SUL

 



   Estádios e obras de mobilidade urbana chegam a U$ 9,42 bi, mas valor aumentará.

   O Brasil prevê investir R$ 17,52 bilhões (U$ 9,42 bilhões) em obras para a Copa 2014, mais que o dobro do gasto divulgado pelo governo da África do Sul para o Mundial deste ano, que abre em 11 de junho.

   A cifra brasileira corresponde a 59 projetos, entre eles os 12 estádios da competição e obras de mobilidade urbana focadas em transporte público. Os projetos foram listados na Matriz de Responsabilidades, documento firmado entre o governo federal e os representantes das sedes, disponível no site do Ministério do Esporte.

   Já o governo sul-africano disse haver investido 33 bilhões de rands (U$ 4,284 bilhões) para a Copa 2010. “Esse valor inclui infraestrutura, estádios, comunicação, segurança e desenvolvimento esportivo”, assegurou um porta-voz do Tesouro Nacional da África do Sul ao jornal “Folha de S.Paulo”.

   Parte da diferença diz respeito ao número de cidades-sede. Serão nove na África do Sul e 12 no Brasil. Mesmo assim, o ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., questiona os custos divulgados pelo governo africano. “Creio que esse valor é muito maior. Estou convencido de que é maior que isso”, disse.

   O Ministro do Turismo, Luiz Barreto, afirma que o país fará investimentos maiores que a África do Sul para melhorar a infraestrutura das sedes da Copa. “O país optou por fazer investimentos em infraestrutura que darão maior retorno à população”, disse.

    Gasto ampliado
   Os gastos brasileiros devem aumentar ainda mais quando os projetos começarem a sair do papel. Em Salvador, por exemplo, o estádio Fonte Nova poderá custar até R$ 1,609 bilhão aos cofres estaduais, mas o valor inicialmente divulgado para as obras foi de R$ 591 milhões. O salto de 272% inclui juros, taxa de risco, impostos e uma reserva para garantir condições operacionais e de manutenção do estádio, já que ele será viabilizado por meio de parceria público-privada.

   Além disso, o valor divulgado pelas autoridades brasileiras é provisório e deixa de fora os investimentos em segurança, tecnologia, infraestrutura esportiva e aeroportos. Este último item é o que mais preocupa a Fifa. A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) prevê aporte de R$ 6,25 bilhões em 23 aeroportos, até 2012. Até agora, porém, os investimentos não saíram do papel.

   R$ 108 bilhões em infraestrutura
   Estudo da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib) indica que, até 2014, serão aplicados R$ 108 bilhões somente em infraestrutura em todo o país. No estado de São Paulo há previsão de investimento de R$ 32 bilhões, enquanto no Rio de Janeiro estão previstos outros R$ 10 bilhões.

   Mesmo em capitais menores, como Natal, o volume de recursos é considerável. Por lá serão aplicados quase R$ 5 bilhões em áreas como hotelaria, malha viária, aeroportos e saneamento.

*Com informações da agência EFE

 
 19/02/2010 - AÇÃO CIVIL PÚBLICA PEDE SUSPENSÃO DO EDITAL DO VERDÃO

 



   Associação mato-grossense questiona legitimidade de órgão responsável pelas obras
 
   Licitação do Verdão pode ser adiada
 
   A Associação dos Usuários de Transporte Coletivo do Estado de Mato Grosso (Assut-MT) entrou ontem (18/2) com uma ação civil pública na Justiça do estado para impedir a demolição do estádio Governador José Fragelli, o Verdão, e o início do processo licitatório de qualquer obra relacionada à Copa 2014 na região metropolitana de Cuiabá.

   A ação questiona a legitimidade da Agecopa (Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo do Pantanal), órgão criado em setembro passado para definir e executar os projetos do Mundial - incluindo o estádio e as obras de mobilidade urbana.

   “A Assut entende que a Agecopa, como foi constituída, é temerosa e não segue a legalidade imposta pela Constituição e diretrizes no que tange ao planejamento e execução das prerrogativas urbanas federais e municipais”, afirma trecho da ação.

   A licitação do Verdão – que inclui a demolição da atual estrutura e a construção de uma nova ao custo de R$ 440 milhões – está em sua etapa final. A Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT) pretende anunciar a proposta vencedora até o final de março. Se a ação tiver julgamento favorável, no entanto, o processo pode ser interrompido por tempo indeterminado.

   “A construção do Verdão é ilegal. A Lei de Desenvolvimento Urbano diz que não se pode fazer nada sem um plano estratégico, e isso não foi feito em relação ao Verdão”, diz Jean Van Den Haute, diretor técnico da Assut.

   O diretor de Orçamento e Finanças da Agecopa, Jeferson Castro Jr., afirmou que o órgão está tomando conhecimento do caso e que se pronunciará no momento oportuno.

   Os projetos da Copa 2014 em Cuiabá somam R$ 935,4 milhões, dos quais 16% serão bancados com recursos estaduais. O restante será financiado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Fonte: www.copa2014.org.br

 
 11/02/2010 - ESTÁDIO FLEXÍVEL É SOLUÇÃO CONTRA ELEFANTES BRANCOS, DIZ ARQUITETO

 



   Coautor de três arenas da Copa, Danilo Carvalho fala sobre a sustentabilidade dos empreendimentos. Carvalho aposta em flexibilidade para as arenas da Copa

   O arquiteto e administrador Danilo Carvalho comanda o Grupo Stadia, escritório fundado em 2007 e especializado em projetos de arquitetura esportiva. Somente para a Copa 2014, Carvalho participa da concepção de três arenas: Vivaldão (Manaus), Verdão (Cuiabá) e Arena das Dunas (Natal).

   Além disso, a Stadia desenvolve um estudo de viabilidade para o Mineirão (Belo Horizonte), um documento cada vez mais significativo na tentativa de evitar os chamados elefantes brancos – arenas modernas, porém inúteis.

   Para escapar da armadilha, o Verdão terá um sistema de arquibancadas desmontáveis que permitirá reduzir 43% da sua capacidade após a Copa. “Verificamos que 40 mil lugares, o mínimo exigido pela Fifa, seria excessivo”, diz Carvalho. O arquiteto estuda a mesma solução para Natal. “Possivelmente terá, mas isso será definido ainda”.

   Em Manaus, nem redução de capacidade nem preocupação com possíveis déficits. “Manaus demanda muitos turistas e isso tende a melhorar. Eles acreditam que a Copa e esse ícone (o Vivaldão) trarão mais público.”

   Como chegaram ao conceito de arquibancadas flexíveis para o Verdão?
   Verificamos que 40 mil lugares – o mínimo exigido pela Fifa – seria excessivo para Cuiabá, que tem pouca tradição, hoje, em futebol. Nossa proposta foi colocar a possibilidade de eliminar 17 mil lugares depois da Copa, através desse sistema.

   Vinte e três mil lugares ainda parece muito para Cuiabá, que tem média de três mil torcedores/jogo.
   Acreditamos que, primeiro: deve haver um mínimo de capacidade para demandar jogos e fomentar o futebol local. Segundo: mesmo com histórico de público baixo, acreditamos que isso melhore no futuro. E terceiro: o estádio se manterá com outros eventos, como shows.

   É uma aposta no desenvolvimento do futebol e do mercado de eventos?
   Sim. Acho que todos os estádios estão apostando nisso. Porque para bancar um estádio com essa estrutura, um item básico é o custo. Outro é a renda. E todos estão apostando, acredito, que haja uma melhora no valor médio dos ingressos. Isso aumentará a qualidade e até a troca do público que assiste hoje a futebol. E você só troca o público melhorando a qualidade de infraestrutura, segurança etc.

   "Manaus com esse chamariz vai capitalizar mais atenções e de repente pode emplacar uma turnê internacional de shows"

   Quantos eventos/ano fechariam a conta do Verdão?
Essa conta é padrão. Deve haver, no mínimo, 60 eventos/ano, de porte variado e com média de 10 a 15 mil pagantes. Há estádios no Brasil que não são deficitários, como o Morumbi e o Mineirão, porque conciliam eventos e vários jogos ao longo do ano. O ideal seria ter mais de um clube expressivo demandando jogos no mesmo estádio.

   Essa conta fecha em Manaus?
  O Vivaldão é um projeto completamente diferente. O governo acredita que a área do estádio vá virar um complexo. Lá, existe o Sambódromo, o (ginásio) Poliesportivo e estão construindo o centro de convenções. E em todo esse complexo cultural vai ser cravado um estádio. Então independente de viabilidade ou não, isso é algo que vai reurbanizar e reavivar o centro de Manaus.

   Por que não adotaram as arquibancadas flexíveis?      

   Porque o governo acredita que usará o estádio para outros eventos. Então fizemos a capacidade a mais otimizada possível para atender à Copa, mas sem redução.

   Não há preocupação de que o estádio vire um peso para o Amazonas?
   Manaus demanda muitos turistas e isso tende a melhorar. Eles acreditam que a Copa e esse ícone trarão mais público.

   Não estão preocupados com o déficit do estádio, mas com o turismo?
   Exato. O Brasil é a bola da vez. Manaus com esse chamariz vai capitalizar mais atenções e de repente pode emplacar uma turnê internacional de shows.

   Natal também terá o sistema flexível?
   Está em processo de estudo a possibilidade de redução desse estádio. Possivelmente terá, mas isso será definido ainda. Estamos pensando em eliminar as arquibancadas norte e sul, mas a grande questão é a cobertura que, ao contrário de Cuiabá, não pode ser removida.

   "Na verdade, a conta é bem cara para se manter. Vide Portugal, que está demolindo estádios construídos para a Euro 2002"

   Qual a participação de vocês no Mineirão?
   Fomos contratados num consórcio junto com a Century para ajudar na parte técnica. Lá, nosso escopo é bem menor. É mais uma análise técnica para implementos Fifa e verificamos que o projeto atende aos requisitos. O governo está tentando compor uma PPP (Parceria Público-Privada).

   É interessante para uma cidade manter um estádio, mesmo com prejuízo, como um incentivo ao esporte e/ou à cultura?
   Na verdade, a conta é bem cara para se manter. Vide Portugal, que está demolindo estádios construídos para a Euro 2002. Então simplesmente acreditar que o estádio será um monumento ou coisa que o valha, é muito dinheiro para se gastar num empreendimento como esse.

   Qual terá sido o erro se, em 2024, um estádio construído para a Copa 2014 se mostrar deficitário?
   De pensar que você irá ter eventos e não tê-los. Mas a tendência é ter esse estudo de flexibilidade da capacidade. E quem comprova isso são os estádios novos que estão sendo construídos na Austrália e para a Olimpíada da Londres. Lá, você tem estádio de 80 mil lugares que passa para 25 mil. Três estádios da África do Sul também têm essa possibilidade.

Fonte: www.copa2014.org.br

 
 
 
 
 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Coluna do João Gallo © Todos os direitos reservados